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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Para refletir


Eis aí os escombros da humanidade deitados por terra, afogados
na  lama de suas próprias maldades.Ali estão os túmulos de seus
defuntos, suas  vítimas  inocentes: A dignidade, a  honra, a moral,
o respeito, a  integridade, o caráter, morreram todos, até a fé. O
homem  se  tornou órfão de si mesmo. A humanidade está morta,
somos zumbis. Matamos e comemos nossos restos, cuspimos no
prato que o universo nos deu, sujamos a  água que nos deram de
beber, todos  os dias crucificamos um inocente, e isto se dará até
os fins dos tempos por que somos monstros, afinal somos gente.
As grandes cidades se consomem em seus medos.A multidão vai
sem saber onde chegar, no rosto de cada um não se vê mais qual-
quer esperança de viver, mas de apenas estar e ter. O amanhã se
faz de incertezas,  muitos já nem sabem se o querem. Há quantos
milhares  e  milhares de  anos  habitamos esse planeta e ainda não
sabemos que ele respira, sofre e que lentamente vai se consumin-
do. Nós os homens, nós que, metafonicamente, nos denominamos
de  humanos. Nós, poeira cósmica, nata de um resto amorfo, que
fazemos da vaidade nossa expressão de soberania. Nós que estu-
pida e orgulhosamente nos julgamos os donos desse universo, que
o dizemos ser só nosso (rsrsrsrsrs).
Nós os  únicos seres inteligentes do universo, tão  inteligentes que
nem nossa origem sabemos!! O amanhã está bem aí, alguém pode
me dizer o que nele vai acontecer? Não! Somos apenas um corpo
denso, alguns ainda enxertados, por que para muitos o corpo ainda
é bem mais  importante que  a  própria alma, como disse há pouco:
Somos apenas humanos. Com ou  sem  dinheiro, com  patentes ou
não,  somos  humanos. Pena  daqueles que  aqui estão e são muito
mais que humanos, são muito mais que nós. Como devem sofrer!!


José João
17/09/2.012




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