Como é fácil falar de violência nas escolas, os grandes
canais de televisão mostram em detalhes, brigas de meninos,
meninas, mães, alunos agredindo professores, mas, nas esco-
las só há esse tipo de violência? Claro que não,. mas com es-
se tipo de violência é fácil buscar um culpado. Adivinhem.
É isso mesmo estão vendo como é fácil?
Vou falar de outro tipo dessa peste que assola as es-
colas, principalmente, as públicas. É a violência com ela mes-
ma, ou melhor o assassinato das escolas nesse estado. A es-
cola, há muito, vem sofrendo um processo de degradação
deplorável e ninguém diz nada. Os políticos, de pequenos
pincher a grandes pit bulls calam-se, ou de forma descarada
e demagoga, alguns ainda se dizem defensores da educação.
É deplorável a situação de algumas escolas nesse estado, de
uma violência impar, pasmem, mas aqui na capital tem escola
com quase trezentos alunos por turno e nos banheiros tem
os sanitários mas não tem caixa de descarga, e nem torneiras
para o aluno lavar as mãos após o uso, como vamos educa-
los? Não tem banheiro para os professores, salas quase escu-
ras, faltam lâmpadas, e um dos fatos que me deixa perplexo
é a atuação dos pais. Contra professores sabem da existen-
cia dessa promotoria de educação, mas contra essa violência
calam-se. Mais um vez a pergunta: Sr promotor da educação,
se o Sr existe realmente, acho que já lhe vi, será? Mas com o
Sr , Doutor... a palavra. Por favor pelo menos dessa vez faça-
se membro ativo e efetivo na defesa da educação nesse estado
o governo já é bem forte, não precisa ser blindado.
José João
.
Vamos falar de sindicato, desse tal de sinproesema. Falar da
diretoria desse sindicato me dá ânsia de vomito, mas o que fazer?
Já pensou se no mundo não existissem os ratos? É isso, temos
que, infelizmente, falar também do que não presta, e a diretoria
desse sindicato, nesse contexto, é oconcur, e não poderia deixar
de ser, afinal seus componentes são filiados de um partidinho de
meia tigela que até há bem pouco tempo vivia na clandestinidade,
depois foi promovido a um partidinho de aluguel, agora, bem ago-
ra sabemos bem quem é o PT, para dar vida a esse tal de PCdoB.
E o que aconteceu? A imprensa está aí dizendo, falando das falca-
truas, é dinheiro em caixas de papelão, são as ongs e deve haver
ainda mais maracutaias.
Nesse partido, as fórmulas mágicas se fizeram tão presentes,
que de repente estava cheio de deputados. Como um partidinho
pobre como o PCdoB se tornou tão forte para eleger tantos depu-
tados? Quem sabe? É nesse contexto, no minimo intrigante, que se
abriga a diretoria do Simproesema, ou se esconde, não sei. Essa
diretoria paga quatro ou cinco programas semanais em um emisso-
ra de rádio para falar mentiras sobre politicas educacionais desse
Estado e o que é pior, por direito, direito !!!!! Não precisa prestar
conta dos seus gastos, mas se tivessem um minimo de ética, por si
só, fariam isso, mas ética para aquelas sangue-sugas?! Na próxima
eleição vejamos quantos deles serão candidatos a cargos eletivos,
aliás, como sempre fazem.
Extremamente perigosos, como são todos os corruptos, por
falar em perigosos, vou logo me identificar mais uma vez para que a
culpa do que escrevo não recaia sobre o Antonisio, pois este não
é apenas uma pedra no sapato daqueles, é uma montanha. Meu no-
é José João da Cruz Filho, faço isso por que processaram o Antoni-
sio como responsável por textos vinculados nesse site, mentes ma-
queavelicas bem que poderiam...ao pobre não restou nem o benefi-
cio da dúvida, essa dúvida que todos têm, mas deixa pra lá.
Assim queridos amigos e professores já é tempo de fazer os
ratos abandonarem o navio, um navio com um tesouro bem conside-
rável, não acham? Quanto será que eles arrecadam por ano?
José João
Nas manchetes dos jornais
É tão difícil entender
As notícias que são lidas
São pra chorar, fazer sofrer.
As mortes, as enchentes
São notícias que se lê
A manchete que eu queria
É que o amor vais renascer.
As notícias me confundem
Fazem a morte ser banal
E dizem calmamente
Que chacina é natural
As vezes até choro
Na frente do jornal
Vendo aquele pobre
Que morreu sem hospital,
Sempre culpam o destino
Pelo mal que o homem faz
E dizem que essas coisas
Todas elas são banais,
O meu grito então se perde
Já não posso nem falar
Se eu falasse gritaria
Que é hora de amar.
Me sento no portão
E pit bulls a passear
De terno e de gravata
Entre crianças a brincar.
A flor morreu sem água
E não vi ninguém gritar,
O cão matou a criança
E não vi ninguém chorar
Assim fica difícil
O amor poder voltar.
José João
Como estão as coisas no Brasigate tomei a iniciativa de
procurar um dos mais conceituados políticos desse país, para
ouvir seu ponto de vista sobre esse caos instalado, que ao
povo desse país causa revolta. No decorrer da entrevista,
este repórter será apenas R e o entrevistado será C.
R. Senhor CPC o que o sr. acha dos políticos do Brasigate?
C. Políticos Brasigateanos!!! Isso é uma vergonha, como
podemos chama-los de políticos? Veja a história do
Reinão Galheteiro, a história do Dolor de Mero, do
Sir Ney, Jodé Desceu!? E estão aí fazendo parte dessa
maracutaia vergonhosa.
R. O sr é um político em potencial mas está afastado da politi-
ca porquê?
C. Meu filho, um político nunca se afasta da política, tem quem
diga que é o povo que o afasta, mas ele sempre dá um
jeitinho, ou então não seria Brasigate.
R. O sr tem algum projeto politico para logo?
C. Claro. Um bom político, assim como eu, não vive sem
projetos, e o meu é criar um partido politico forte,
democrático e acima de tudo, um partido honesto, com
pessoas honestas.
R. Mas senhor Corrupitildo, o que mais tem no Brasigate
são partidos políticos, o sr. poderia...
C. PARTIDOS POLÍTICOS HONESTOS? ME MOSTRE
UM.desculpa, me excedi, mas me mostre um? Não tem,
meu filho, não tem. Meu partido não enganaria o povo,
toda a população do país saberia das nossas ações, dos
nossos projetos, da efetivação de nossas ideias.
R. Qual seria o perfil dos integrantes de seu partido e o nome
dele?
C. O perfil dos integrantes do meu partido é a honestidade, o
caráter e a lisura dos atos, já o nome seria um bem original
e sincero, não enganaria o povo, seria: Pilantras Corruptos
do Brasigate.
R. Mas... como... um partido politico como esse nome é de
homens honestos?!
C. Claro meu jovem, claro. Somos tão honestos que dizemos o
que somos. Você já viu algum representante de algum parti-
do dizer a verdade?Vão nos palanques, na televisão e todos
se dizem santos depois que ganham as eleições é um só
golpe no povo. O povo sempre diz : Vou votar nesse
candidato, por que ele rouba mas faz, não é isso?
R. Mas o sr. está dizendo que vai roubar e ainda se diz
honesto?
C. Honesto é aquele que diz e faz. Depois não é rouubarrr, é
como se fosse um empréstimo compulsório, você entende ?
R. Mas os empréstimos compulsórios nesse país nunca foram
devolvidos e o sr sabe disso.
C. Sei sim, a diferença é que eles dizem que vão devolver e
nunca devolvem e nós não, dizemos logo que não vamos
devolver. o povo empresta se quiser, essa maneira aberta
de tratar o povo, isso, meu filho, é honestidade. NUNCA
VAMOS ENGANAR O POVO.
R. Sr. Corrupitildo o Brasigate já vive com essas falcatruas há
muitos anos, e vem agora o sr. dizendo que vai continuar,
isso, no minimo, é falta de vergonha.
C. Opa, veja como fala, não me compare com esses
corruptos, e diria até, corruptos cruéis.
R. Como não comparar?
C. Primeiro pela veracidade do nome do meu partido, PCdoB.
Por favor, agora peço eu, NÃO COMPAREM, e depois
qualquer semelhança é mera coincidência. Segundo pelo
uso do dinheiro público, jamais faríamos o que acontece
agora.
R. O que acontece agora?
C. Você ainda pergunta? Você sabia que no Brasigate é
roubado 69 bilhões de reais por ano? ISSO É UM
VERDADEIRO ABSURDO, ISTO É UM CRIME
CONTRA OS BRASIGATEANOS, é por isso a miséria
do salário mínimo, a falta de hospitais, a falta de boas
escolas, e tantas outras coisas. São 69 bilhões de reais,
isso é muito dinheiro, mas muito mesmo. Com o meu
partido isso não aconteceria nunca, veja bem, digamos
que o meu partido tirasse 20 bilhões de propina, mais 20
bilhões para o caixa 2, mais 10 bilhões para dividir com os
ambiciosos, sobrariam 19 bilhões, seria para o povo que
também tem direitos, paga impostos etc. Agora veja,
meu jovem, isso não é ser um partido honesto? Que
divide com o povo o que ganha? Agora veja o caso da
copa do mundo, Por quantos estados vai ser dividido o
bolão? Pouquíssimos, com o meu partido no poder seria
diferente, aumentaria o número de jogos evidente que
aumentaria a mamata,seria dividida entre todos os estados
da federação e todos seriam felizes.
R. Para terminar essa entrevista, quais desses políticos atuais
entraria no seu partido?
C. Você está louco? No meu partido não entra corruptos.
R. Obrigado pela entrevista.
C. Obrigado digo eu, mas finalmente você entrevistou um
politico honesto, aquele político, que não é covarde, que
diz o que vai fazer.
José João
Estarrecido ficaria se o que li não fosse escrito
por quem escreveu e não fosse dito por quem disse.
Estou falando de uma entrevista publicada no jornal
O Imparcial, em que o Sir Ney fala de seus feitos,
"magoas" e "dores" causadas pela ingratidão, já que
o santo São Sir Ney se sente injustiçado pelo povo
mas, como ele mesmo diz: "Como sou cristão,
consigo uma coisa que me dá uma certa tranquilidade
que Deus me ensinou: " perdoar seus inimigos"...Não
tenho o direito de negar a Ele(Deus) um mandamento
que Ele me dá.EU CONSIGO PERDOAR TODOS
O MEUS INIMIGOS."
Queridos leitores fiquei tão enternecido com
este depoimento, que me obriguei a me desculpar
por tão nobre gesto e resolvi me penitenciar louvando
esta figura assim: Pai Sir Ney que está no céu
(da boca de uma onça), esquecido seja o teu nome,
venha a nós o que nos tiraste, não seja feita tua
vontade em nenhum lugar do Brasil. O pão nosso de
cada dia nos devolve. Escutai nossos insultos assim
como escutamos as tuas mentiras e livra-nos de tua
presença. Amém. Quem sabe assim ele se mude de
mala e cuia para o Amapá.
Continuando a entrevista, para esse jornal de
sabida imparcialidade politica nesse Estado, os
entrevistadores citam que:No Brasil as pessoas vêem
o estado como muito pobre... e o Sir Ney do alto
de toda sua probidade, sentindo mais uma vez a
injustiça em sua volta responde: "A gente vê que
criaram essa coisa que foi a coisa mais danosa já
feita para o estado do Maranhão..Para me atingir, eles
atingiram o estado, achando que para me atingir
precisavam atingir o estado. Então, isso foi um
crime contra o Maranhão. Hoje é difícil desmontar
uma campanha contra o Estado... Isso não foi só
contra o Maranhão. Foi contra todos nós.
Esse mesmo Sir Ney que diz todas essas
barbáries, esse mesmo Sir Ney que comanda os meios
de comunicação desse Estado sonegando informações,
se esquece que o Maranhão, apesar de tudo, faz parte
do mundo, ainda, e a tecnologia permite que se busque
lá fora o que aqui se esconde. Para lembrar
a esse senhor tão vítima, vamos a alguns dados
dos índices sociais do Maranhão que deveriam
envergonha-lo, mas...
- Oitava maior taxa de mortalidade infantil no Brasil.
- Segunda menor expectativa de vida entre os
brasileiros.
- Segundo pior PIB per capita do Brasil.
- Nono colocado na estimativa de câncer de colo de
útero.
- Nono lugar no ranking de trabalho infantil.
- Décimo lugar na quantidade de alimento consumido
por família
- Décimo lugar na distorção de idade no ensino
fundamental.
- Maior percentual de domicílios urbanos com renda
per capita de 1/2 salário minímo.
- Maior porcentagem de crianças nascidas de mães
adolescentes.
Isto sem falar no índice de hanseníase,
tuberculose, etc. Será que tudo isso é invenção
apenas para atingir esse todo poderoso? Ou será que
estamos diante de um quadro patológico de "visão
social distorcida" em outras palavras: a mais
descarada das mentiras. Como não quero ser injusto
com Sir Ney fico apenas remoendo as palavras de
Rui Barbosa: Todos envelhecem... ahahahahah...
José João
Na almofadinha de costura repousavam
A linha, o alfinete e a magérrima agulha
O alfinete convencido balançou a cabeça:
Õ magricela já sei que não sofres de gula
Õ lumbriguinha, maldita sorte é essa tua
Sem cabeça, já sei, deve ser tola e burra
Magricela me causas essa pena tão profunda
Um lado a ponta fina no outro um rasgo na bunda
Assim é essa outra, sem começo e sem ter fim
Sem pé e sem cabeça enrolada e bem fininha
Parece sempre doente, pobre e coitada linha
Até parece feita pra amarrar piolho de galinha
Ra ! Ra! Ra! Gostaram? Eu sou inteligente
Tenho corpo, tenho cabeça e bem sei pensar
Em cada roupa que fazem vou ajudando costurar
E depois de tudo pronto volto alegre pro meu lugar
A linha e a agulha tudo escutaram sem nada comentar
Mas as duas cochicharam: Deixa esse bobo pra lá
Amanhã quando vierem o vestido da rainha buscar
É um bom momento para fazer esse boboca escutar
O VESTIDO DA RAINHA VIM BUSCAR - gritaram -
A agulha, sorrindo, para o alfinete orgulhosa então falou
Alfinete não atas e nem desatas, o vestido da rainha costurei
E a linha vaidosa: Alfinete vou brilhar no vestido da rainha
Enquanto tu, pobre coitado, vais morrer nessa latinha.
José João
Imagine a folia do vento nos soltos papéis
Não fosse a humilde existência do importante clips?
Poetas, doutores, juízes, austeros senhores.
Para os poetas guardando rascunhos
Belos rascunhos de histórias de tantos amores.
Para os doutores receitas escritas velhas e novas
Em gavetas até já esquecidas
Para os juízes, processos em folhas escritas
Para o réu a soltura bendita, não foi presa no clips
O vento bateu, e coitado do réu a soltura perdeu.
Para os austeros senhores o clips se foi
Em bilhetes escritos à belas mulheres, amantes
Que guardam o clips prendendo o bilhete
Com seus diamantes.
Com o clips se prende a barguilha que o ziper partiu,
Na calcinha, no laço as vezes o clips serve de calço.
No sutien a alça partiu, segura com o clips, ninguém viu.
E o pobre do clips abrindo a perna ninguém lhe diz nada
No jornal nenhuma linha mesmo minguada saiu
Eu se fosse o clips mandava tudo pra puta que o pariu.
José João
O retrato ainda está ali pendurado no tempo,
Um sorriso enigmático, olhos abertos,
Perdidos ao longe olhando não sei o que.
Talvez querendo olhar os anos passados,
Ou querendo lembrar momentos que se foram,
Que se perderam, que não voltam.
O retrato ainda está ali pendurado na sala
Com aquele mesmo vestido listado
Agora já bem mais velho e bem mais surrado.
O sorriso ainda é o mesmo, há quanto perdido
Aquele sorriso do "xiss" que não faz nunca sentido.
A casa do fundo do velho retrato no tempo colado
Foi demolida, as historias de vidas foram perdidas
Não foram mostradas nem ao menos escritas.
Esses retratos que fazem o tempo parar,
Nos rostos, nos sorrisos amarelos sem nenhum falar,
Esses retratos mostrando olhares no tempo perdidos
De donos que esse mesmo tempo os fez esquecidos,
Esses retratos já amarelados em álbuns adormecidos
Cujos donos, quem sabe, já tenham até morrido,
Me fazem ser um contumaz anônimo desconhecido.
José João
Ah! Que sonho! Sonhei com um lugar
Que nem em sonhos pensei que existisse,
Um lugar tão terno quanto lindo,
Tão meigo quanto doce.
Um lugar onde o tempo era formado
Por ternas nuvens coloridas
Que flutuavam mansamente ao sabor
Da vontade dos amantes,
Onde o ar era feito de partículas de amor
Tão perfumadas e enebriantes
Que se faziam sonhos de contos de fadas.
Que mundo diferente! Tão diferente
Que as poesias se deitavam no tempo,
Lindas como sempre são as poesias
E os poemas lhes faziam versos
Dadivosos, carinhosos jurando o amor
Mais puro que nunca havia existido.
As flores cantavam versos apaixonados
E a brisa docemente lhes fazia coro
Todos os horizontes eram coloridos
com por-do-sol que se formavam
Pela imaginação dos enamorados.
Que lugar lindo!!
Um lugar onde só os apaixonados
Podem ver e estar, por que é lá.
Nesse lugar que mora a felicidade
Sempre alegre, sempre risonha
Com aquele vestido colorido bordado
De estrelas e beijos, de sonhos e carinhos
Que lugar! Esse é o mundo dos apaixonados
O universo mais colorido de todos os universos
O Ternadiadoamorinfindo.
José João
A h! qui visage visagenta
V ira a vida da gente
I ndecente, indulgente
R uminando o não saber
G uiando em qualquer verso
U ma pausa de assombro na
L ocução que se quer ter
A h! Assombrosa assombração
José João