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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Falando de escola

       

  Como é fácil falar de violência nas escolas, os grandes
canais de televisão mostram em detalhes, brigas de  meninos,
meninas, mães, alunos agredindo professores, mas, nas esco-
las só há esse tipo de violência? Claro que não,. mas com es-
se  tipo de  violência  é fácil buscar  um  culpado. Adivinhem.
É isso mesmo estão vendo como é fácil?
            Vou falar de outro tipo dessa peste que assola as es-
colas, principalmente, as públicas. É a violência com ela mes-
ma, ou melhor o assassinato das escolas nesse estado.  A es-
cola,  há  muito, vem  sofrendo  um  processo de degradação
deplorável  e  ninguém  diz  nada. Os políticos, de  pequenos
pincher a grandes pit bulls calam-se, ou de  forma descarada
e demagoga, alguns ainda se dizem  defensores da  educação.
É deplorável a situação de algumas escolas  nesse estado, de
uma violência impar, pasmem, mas aqui na capital tem escola
com  quase  trezentos  alunos por turno e nos  banheiros tem
os sanitários mas não tem caixa de descarga, e nem torneiras
para o aluno lavar  as  mãos após o uso, como vamos educa-
los? Não tem banheiro para os professores, salas quase escu-
ras,  faltam  lâmpadas, e um dos fatos que me deixa  perplexo
é a atuação dos pais. Contra   professores sabem  da existen-
cia dessa promotoria de educação, mas  contra essa violência
calam-se. Mais um vez a pergunta: Sr promotor da educação,
se o Sr existe realmente, acho que já lhe vi, será? Mas com o
Sr , Doutor... a palavra. Por favor pelo menos dessa vez faça-
se membro ativo e efetivo na defesa da educação nesse estado
o governo já é bem forte, não precisa ser blindado.


José João




.




     

sábado, 12 de novembro de 2011

Pondo os pingos no issss

   

  Vamos falar de sindicato, desse tal de sinproesema. Falar da
diretoria desse sindicato me dá ânsia de vomito, mas o que fazer?
Já pensou se no mundo não existissem  os ratos?  É  isso,  temos
que, infelizmente, falar também do  que não presta,  e a  diretoria
desse sindicato,  nesse contexto, é oconcur, e não poderia deixar
de ser, afinal seus componentes são  filiados de  um partidinho de
meia tigela que até há bem pouco tempo vivia  na clandestinidade,
depois foi promovido a um partidinho de aluguel, agora, bem ago-
ra sabemos bem quem é o PT, para dar vida a esse tal de PCdoB.
E o que aconteceu? A imprensa está aí dizendo, falando das falca-
truas, é dinheiro em caixas de  papelão,  são as ongs e deve haver
ainda mais maracutaias.
        Nesse partido, as fórmulas mágicas se fizeram  tão presentes,
que de  repente estava cheio de  deputados. Como  um  partidinho
pobre como o PCdoB se tornou tão forte para eleger tantos depu-
tados? Quem sabe? É nesse contexto, no minimo intrigante, que se
abriga a diretoria do  Simproesema, ou se esconde,  não sei.  Essa
diretoria paga quatro ou cinco programas semanais em um emisso-
ra de rádio para falar mentiras  sobre  politicas  educacionais desse
Estado e o que é pior, por direito,  direito !!!!! Não precisa prestar
conta dos seus gastos, mas se tivessem um minimo de ética, por si
só, fariam isso, mas ética para aquelas sangue-sugas?! Na próxima
eleição vejamos  quantos  deles serão candidatos a cargos eletivos,
aliás, como sempre fazem.
          Extremamente perigosos, como são todos os corruptos, por
falar em perigosos, vou logo me identificar mais uma vez para que a
culpa do que  escrevo não recaia  sobre o Antonisio,  pois  este não
é apenas uma pedra no sapato daqueles, é uma montanha. Meu no-
é José João da Cruz Filho, faço isso por que processaram o Antoni-
sio como responsável por textos  vinculados nesse site,  mentes  ma-
queavelicas bem que poderiam...ao pobre não restou nem  o benefi-
cio da dúvida, essa dúvida que todos têm, mas deixa pra lá.
           Assim queridos amigos e professores já é tempo de  fazer os
ratos abandonarem o navio, um navio com um tesouro bem conside-
rável, não acham? Quanto será que eles arrecadam por ano?


José João

sábado, 5 de novembro de 2011

Difícil é o amor voltar





Nas manchetes dos jornais
É tão difícil entender
As notícias que são lidas
São pra chorar,  fazer sofrer.
As mortes, as enchentes
São notícias que se lê
A manchete que eu queria
É que o amor vais renascer.
As notícias me confundem
Fazem a morte ser banal
E dizem calmamente
Que chacina é natural
As vezes até choro
Na frente do jornal
Vendo aquele pobre
Que morreu sem hospital,
Sempre culpam o destino
Pelo mal que o homem faz
E dizem que essas coisas
Todas elas são banais,
O meu grito então se perde
Já não posso nem falar
Se eu falasse gritaria
Que é hora de amar.
Me sento no portão
E pit bulls a passear
De terno e de gravata
Entre crianças a brincar.
A flor morreu sem água
E não vi ninguém gritar,
O cão matou a criança
E não vi ninguém chorar
Assim fica difícil
O amor poder voltar.


José João

Entrevista com o Sr. Corrupitildo Picaretasso da Costa

         



 Como estão as coisas no Brasigate tomei a iniciativa de
procurar um dos mais conceituados políticos desse país,  para
ouvir  seu  ponto  de vista  sobre  esse caos  instalado, que ao
povo  desse  país  causa  revolta. No  decorrer  da  entrevista,
este repórter  será apenas R e o entrevistado será C.
R.   Senhor CPC o que o sr. acha dos políticos do  Brasigate?
C.   Políticos  Brasigateanos!!!  Isso  é  uma  vergonha,  como
       podemos  chama-los  de  políticos?  Veja  a   história   do
       Reinão Galheteiro,  a  história  do  Dolor  de   Mero,    do

      Sir Ney, Jodé  Desceu!? E estão  aí  fazendo  parte dessa
       maracutaia vergonhosa.
R. O sr é um político em  potencial mas está afastado da politi-
     ca  porquê?
C. Meu filho, um político nunca se afasta da política, tem quem
     diga que é o povo que o afasta,  mas  ele  sempre   dá   um
      jeitinho, ou então não seria Brasigate.
R. O sr tem algum projeto politico para logo?
C. Claro.  Um  bom  político,  assim  como  eu,  não  vive sem
     projetos,  e  o meu  é   criar  um   partido   politico     forte,
     democrático  e acima de tudo,  um  partido  honesto,  com
     pessoas honestas.
R.  Mas  senhor  Corrupitildo,  o  que  mais  tem no  Brasigate
      são partidos políticos, o sr. poderia...
C. PARTIDOS POLÍTICOS HONESTOS?  ME  MOSTRE
     UM.desculpa, me excedi,  mas  me  mostre  um? Não tem,
     meu  filho,  não  tem.  Meu  partido  não enganaria o povo,
     toda a população do país saberia  das  nossas  ações,  dos
     nossos projetos, da efetivação de nossas ideias.
R. Qual seria o perfil dos integrantes de seu partido e o   nome
      dele?
C. O perfil dos integrantes do meu  partido é a honestidade,   o
     caráter e a  lisura dos atos, já o nome seria um bem original
     e sincero,  não enganaria o povo, seria: Pilantras Corruptos
     do Brasigate.
R. Mas...  como... um  partido  politico  como  esse nome é de
     homens  honestos?!
C. Claro meu jovem, claro. Somos tão honestos que dizemos o
     que somos. Você já viu algum representante de algum  parti-
     do dizer a verdade?Vão nos palanques, na televisão e todos
     se dizem santos depois que ganham as eleições é um  só
     golpe   no  povo. O  povo  sempre  diz :  Vou   votar  nesse
     candidato,     por que ele rouba mas faz, não é isso?
R. Mas  o   sr.   está  dizendo  que  vai  roubar  e  ainda  se diz
     honesto?
C. Honesto é aquele que diz e faz. Depois não é  rouubarrr,   é
     como se fosse um empréstimo compulsório, você entende ?
R. Mas os empréstimos compulsórios nesse país nunca   foram
     devolvidos e o sr sabe disso.
C. Sei  sim,  a  diferença é  que eles dizem que vão devolver  e
     nunca devolvem e nós  não,  dizemos  logo que não  vamos
     devolver. o povo empresta se quiser, essa maneira    aberta
     de tratar o povo,  isso, meu filho, é honestidade.   NUNCA
     VAMOS ENGANAR    O POVO.
R. Sr. Corrupitildo o Brasigate já vive com essas falcatruas  há
     muitos anos, e vem agora o sr. dizendo  que  vai  continuar,
     isso,  no minimo, é falta de vergonha.
C. Opa,   veja   como   fala,  não   me  compare   com    esses
     corruptos, e diria até, corruptos cruéis.
R. Como não comparar?
C. Primeiro pela veracidade do nome do meu partido, PCdoB.
     Por favor, agora peço eu, NÃO COMPAREM,  e   depois  
     qualquer semelhança  é  mera  coincidência.  Segundo  pelo
     uso  do  dinheiro  público,  jamais  faríamos o que acontece
     agora.
R. O que acontece agora?
C. Você  ainda  pergunta?   Você  sabia  que  no  Brasigate  é
      roubado  69   bilhões   de   reais  por   ano?  ISSO É UM
      VERDADEIRO  ABSURDO,   ISTO   É   UM   CRIME
      CONTRA OS  BRASIGATEANOS, é por isso a miséria
      do salário mínimo,  a  falta  de  hospitais,  a  falta  de boas
      escolas, e tantas outras coisas. São 69   bilhões  de   reais,
      isso é  muito dinheiro,  mas  muito  mesmo.  Com   o  meu
      partido isso não  aconteceria  nunca,  veja   bem,  digamos
      que o   meu  partido tirasse 20 bilhões de propina, mais 20
      bilhões para o caixa 2, mais 10 bilhões para dividir com os
      ambiciosos, sobrariam  19  bilhões,  seria para o povo que
      também  tem direitos,  paga  impostos   etc.   Agora   veja,
      meu jovem,  isso   não  é  ser  um  partido  honesto?   Que
      divide com o povo o que ganha? Agora veja  o  caso    da
      copa do mundo,  Por  quantos  estados  vai ser dividido o
      bolão?  Pouquíssimos, com o meu partido no poder  seria
      diferente,  aumentaria  o  número  de  jogos  evidente  que
      aumentaria a mamata,seria dividida entre todos os estados
      da federação e todos seriam felizes.
R.  Para terminar essa entrevista, quais desses políticos  atuais
      entraria no seu partido?
C.  Você está louco? No meu partido não entra corruptos.
R.  Obrigado pela entrevista.
C.  Obrigado digo eu, mas  finalmente  você  entrevistou   um
      politico honesto, aquele político, que não é covarde,   que
      diz o que vai fazer.








José João 
     

 

 



terça-feira, 1 de novembro de 2011

As grandes mentiras

       

 Estarrecido ficaria se o que li não fosse  escrito
por quem  escreveu e não fosse dito por quem disse.
Estou falando de uma entrevista publicada no   jornal
O Imparcial, em que o Sir Ney fala de   seus   feitos,
"magoas" e "dores" causadas pela ingratidão, já   que
o santo São Sir Ney se sente injustiçado   pelo  povo
mas,   como   ele   mesmo  diz:    "Como sou cristão,
consigo uma coisa que me dá uma certa tranquilidade
que Deus me ensinou: " perdoar seus inimigos"...Não
tenho o direito de negar a Ele(Deus) um mandamento
que Ele me dá.EU CONSIGO PERDOAR TODOS
O MEUS INIMIGOS."
           Queridos leitores fiquei tão enternecido   com
este depoimento, que me obriguei   a   me   desculpar
por tão nobre gesto e resolvi me penitenciar louvando
esta   figura  assim:  Pai  Sir  Ney  que  está   no   céu
(da boca de uma onça), esquecido  seja o  teu nome,
 venha a nós o que  nos tiraste, não   seja   feita     tua
vontade em  nenhum lugar do Brasil. O pão nosso  de
cada dia nos devolve. Escutai  nossos  insultos   assim
como escutamos as tuas mentiras  e  livra-nos  de  tua
presença. Amém. Quem sabe assim ele se   mude  de
mala e cuia para o Amapá.
             Continuando a entrevista, para esse jornal de
sabida   imparcialidade   politica   nesse   Estado,   os
entrevistadores citam que:No Brasil as pessoas  vêem
o   estado  como  muito  pobre... e o Sir Ney do  alto
de toda   sua   probidade,  sentindo  mais  uma  vez a
injustiça em  sua  volta   responde: "A   gente  vê  que
criaram essa coisa que foi a   coisa    mais  danosa  já
feita para o estado do Maranhão..Para me atingir, eles
atingiram o   estado,  achando   que   para   me atingir
precisavam  atingir  o   estado.  Então,   isso   foi   um
crime  contra   o Maranhão. Hoje   é difícil desmontar
uma   campanha   contra   o  Estado... Isso não foi  só
contra o Maranhão. Foi contra todos nós.
               Esse  mesmo  Sir  Ney   que diz  todas essas
barbáries, esse mesmo Sir Ney que comanda os meios
de comunicação desse Estado sonegando informações,
se esquece que o Maranhão, apesar de tudo,  faz parte
do mundo, ainda, e a tecnologia permite que se busque
lá   fora   o   que   aqui   se   esconde.   Para    lembrar
a   esse   senhor  tão  vítima,  vamos   a   alguns  dados
dos   índices   sociais   do   Maranhão    que  deveriam
envergonha-lo, mas...
- Oitava maior taxa de mortalidade infantil no Brasil.
- Segunda menor expectativa de vida entre os
   brasileiros.
- Segundo pior PIB per capita do Brasil.
- Nono colocado na estimativa de câncer de colo de
   útero.
- Nono lugar no ranking de trabalho infantil.
- Décimo lugar na quantidade de alimento consumido
   por família
- Décimo lugar na distorção de idade no ensino
   fundamental.
- Maior percentual de domicílios urbanos com renda
   per capita de 1/2 salário minímo.
- Maior porcentagem de crianças nascidas de mães
   adolescentes.
                  Isto   sem  falar no   índice  de   hanseníase,
tuberculose,   etc.   Será   que   tudo  isso  é   invenção
apenas para atingir esse todo poderoso?  Ou  será que
estamos  diante  de  um  quadro   patológico  de "visão
social   distorcida"   em    outras    palavras:    a     mais
descarada  das  mentiras. Como  não quero  ser injusto
com  Sir  Ney   fico  apenas  remoendo  as palavras de
Rui Barbosa: Todos envelhecem... ahahahahah...


José João 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O alfinete, a agulha e a linha





Na almofadinha de costura repousavam
A linha, o alfinete e a magérrima agulha
O alfinete convencido balançou a cabeça:
Õ magricela já sei que não sofres de gula


Õ lumbriguinha, maldita sorte é essa tua
Sem cabeça, já sei, deve ser tola e burra
Magricela me causas essa pena tão profunda
Um lado a ponta fina no outro um rasgo na bunda


Assim é essa outra, sem começo e sem ter fim
Sem pé e sem cabeça enrolada e bem fininha
Parece sempre doente, pobre e coitada linha
Até parece feita pra amarrar piolho de galinha


Ra ! Ra! Ra! Gostaram? Eu sou inteligente
Tenho corpo, tenho cabeça e bem sei pensar
Em cada roupa que fazem vou  ajudando costurar
E depois de tudo pronto volto alegre pro meu lugar


A linha e a agulha  tudo escutaram sem nada comentar
Mas as duas cochicharam: Deixa esse bobo pra lá
Amanhã quando vierem o vestido da rainha buscar
É um bom momento para fazer esse boboca escutar


O VESTIDO DA RAINHA VIM BUSCAR - gritaram -


A agulha, sorrindo, para o alfinete orgulhosa então falou
Alfinete não atas e nem desatas, o vestido da rainha costurei
E a linha vaidosa: Alfinete vou brilhar no vestido da rainha
Enquanto tu, pobre coitado, vais morrer nessa latinha.


José João

O clips





Imagine a folia do vento nos soltos papéis
Não fosse a humilde existência do importante clips?
Poetas, doutores, juízes, austeros senhores.
Para os poetas guardando rascunhos
Belos rascunhos de histórias de tantos amores.
Para os doutores receitas escritas velhas e novas
Em gavetas até já esquecidas
Para os juízes, processos em folhas escritas
Para o réu a soltura bendita, não foi presa no clips
O vento bateu, e coitado do réu a soltura perdeu.
Para os austeros senhores o clips se foi
Em bilhetes escritos à belas mulheres, amantes
Que guardam o clips prendendo o bilhete
Com seus diamantes.
Com o clips se prende a barguilha que o ziper partiu,
Na calcinha, no laço as vezes o clips serve de calço.
No sutien a alça partiu, segura com o clips, ninguém viu.
E o pobre do clips abrindo a perna ninguém lhe diz nada
No jornal nenhuma linha mesmo minguada saiu
Eu se fosse o clips mandava tudo pra puta que o pariu.


José João

O retrato





O retrato ainda está ali pendurado no tempo,
Um sorriso enigmático, olhos abertos,
Perdidos ao longe olhando não sei o que.
Talvez querendo olhar os anos passados,
Ou querendo lembrar momentos que se foram,
Que se perderam, que não voltam.
O retrato ainda está ali pendurado na sala
Com aquele mesmo vestido listado
Agora já bem mais velho e bem mais surrado.
O sorriso ainda é o mesmo, há quanto perdido
Aquele sorriso do "xiss" que não faz nunca sentido.
A casa do fundo do velho retrato no tempo colado
Foi demolida, as historias de vidas foram perdidas
Não foram mostradas nem ao menos escritas.
Esses retratos que fazem o tempo parar,
Nos rostos, nos sorrisos amarelos sem nenhum falar,
Esses retratos mostrando olhares no tempo perdidos
De donos que  esse mesmo tempo os fez esquecidos,
Esses retratos já amarelados em álbuns adormecidos
Cujos donos, quem sabe,  já tenham até morrido,
Me fazem ser um contumaz anônimo desconhecido.


José João

sábado, 15 de outubro de 2011

Um lugar





Ah! Que sonho! Sonhei com um lugar
Que nem em sonhos pensei que existisse,
Um lugar tão terno quanto lindo,
Tão meigo quanto doce.
Um lugar onde o tempo era formado
Por ternas nuvens coloridas
Que flutuavam mansamente ao sabor
Da vontade dos amantes,
Onde o ar era feito de partículas de amor
Tão perfumadas e enebriantes
Que se faziam sonhos de contos de fadas.
Que mundo diferente! Tão diferente
Que as poesias se deitavam no tempo,
Lindas como sempre são as poesias
E os poemas lhes faziam versos
Dadivosos, carinhosos jurando o amor
Mais puro que nunca havia existido.
As flores cantavam versos apaixonados
E a brisa docemente lhes fazia coro
Todos os horizontes eram coloridos
com por-do-sol que se formavam
Pela imaginação dos enamorados.
Que lugar lindo!!
Um lugar onde só os apaixonados
Podem ver e estar, por que é lá.
Nesse lugar que mora a felicidade
Sempre alegre, sempre risonha
Com aquele vestido colorido bordado
De estrelas e beijos, de sonhos e carinhos
Que lugar! Esse é o mundo dos apaixonados
O universo mais colorido de todos os universos
O Ternadiadoamorinfindo.


José João

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Visage visagenta





A h! qui visage visagenta


V ira a vida da gente
I  ndecente, indulgente
R uminando o não saber
G uiando em qualquer verso
U ma pausa de assombro na
L ocução que se quer ter
A h! Assombrosa assombração


José João
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