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domingo, 27 de novembro de 2011

Pedi tão pouco e me deste tanto





O que me resta te pedir ainda, se a mim
Tudo já me deste. Que me resta pedir
Que a mim já não tenhas dado?
Todos os sonhos já me destes,
Sonhei todos os sonhos possíveis de sonhar
E os impossíveis me fizeste pensar
Chorei tantas lágrimas que meus olhos,
Até hoje, brilham como tristes diamantes
(os diamantes ficam tristes se não são vistos)
Saudades! Ah! Quantas já me destes!
Saudades vivas, saudades cruas, saudades duras,
Saudades de ontem, saudades de hoje,
Saudades de amanhã, até saudades de sempre.
Devaneios! Quanto então me destes!
E todos eles ficaram entre os sonhos que se foram.
Que me resta te pedir que já não me tenhas dado?
Me deste até muito mais do que pedi,
Me fizeste sentir a solidão que não pensava existir
Assim, tão forte, tão intensa, tão verdadeira
Que me fez fazer das noites longas horas
De contrição, de confissão e de lamentos
Como se a vida fosse um doloroso conto do destino.
Que me resta te pedir que a mim já não tenhas dado?
Ah! Amor como nos fazes realmente viver,
Pedi apenas um amor, pedi apenas para amar
Sentir todas a emoções que só quem amou viveu
E o amor me deu tudo isso, ah esse amor!
Amor é isso... é esse livro infinito  e eterno...


José João

Que regime é esse?

           


Desde criança, excluindo o tempo da ditadura militar,
me diziam que vivíamos num país democrático. Que eramos
livres de exprimirmos nossos pensamentos e lutar pelos nos-
sos direitos, como criança acreditei, mas a gente cresce  e aí
se vê como nos ensinam errado, como a força  midiática, co-
locada em mãos desonestas de manipuladores, destrói o que
seria a própria democracia..
         Outro causador do falecimento do estado democrático
é o próprio judiciário, esse afoga claramente  os direitos  dos
trabalhadores, direitos adquiridos com muita luta, com suor e
algumas vezes, até com sangue. Juízes se fazem proprietários
das  leis e dos direitos,  podem  tudo, até não respeitar o que
o trabalhador ainda tinha como direito  reivindicatório: A gre-
ve. Para calar ainda mais os trabalhadores criaram as funções
essenciais, as que não têm direito a esse instrumento de reivin
dicação,  a esses  o julgo  ditador  da "justiça"  é  ainda  mais
cruel. Na verdade os juízes,  pelo menos  nesse estado, estão
como defensores dos  governantes  e não  como baluartes da
 defesa dos direitos do povo, ou de quem razão  tiver. Todas
as greves,  nesse estado, são dadas  como  ilegais. Mas esses
mesmos juízes esquecem que entre eles também  há o joio, a-
queles sete que foram exclusos por falcatruas. Será que algum
dia eles deram uma greve como ilegal?


José João

sábado, 26 de novembro de 2011

Razão de existir





Razão de existir? Existe  razão?
Talvez o mundo não seja coerente,
Ou quem sabe o universo brinca de fazer viver?
Talvez a vida seja um experiência descabida
Onde se busca apenas conquistas e conquistas
Sem percebermos a verdade absoluta bem ali,
Onde não sabemos se é começo, meio ou fim.
Pisar nas palavras, pisar nos pensamentos, 
Como se tudo fosse tão pouco, e por tão pouco
Nada ser. Buscar no universo explicações,
Respostas ao que nem sabemos perguntar
Por sermos tão pequenos, e vaidosamente
Ouvir nossa própria voz como resposta
Em palavras perdidas, que insistimos em dizer
Como se nossa verdade fosse única.
Rararara. Nós, que nem sabemos quem somos!
Mas nos fazemos crer que somos únicos no universo,
Ou a elite dele. Rir de nós é pouco
Acreditar em nós é loucura.
Quem sabe sejamos apenas bonecos, marionetes
De uma grande ilusão que se chama vida?
Uma ilusão, pra nós, perfeita por sermos tão primitivos?


José João

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Isso aí? Isso aí é um deputado



  Quando pensamos que já vimos ou ouvimos todas  as
imbecilidades dos nossos "nobres" deputados,  ficamos
surpresos com o extenso repertório de suas idiotices. É
impressionante  como um ser humano se degrada tanto,
perde até sua identidade para se fazer um reles e insigni
ficante bajulador, um puxa-saco que,  bem provável não
saiba nem o que é auto-estima. Não estou me  referindo
aos deputados da oposição, ainda mais por que não sei
como seria o desempenho dos mesmos  se estivessem
na base aliada mas, pelo menos até agora,supõe-se que
fazem o que podem (são minoria).
   Um dos deputados da base aliada, não sei se o maior
puxa-saco de todos, deu um declaração numa emissora
de televisão e disse o seguinte: Culpar Sarney pela misé-
ria do  Maranhão é o  mesmo que culpar Deus  pela vio-
lência aqui. Como se pode definir esse ser humano? Por
favor  me  ajudem.  Ah!  Ele  tem  nome,  lembrei agora,
é um tal de Milhomem,  conhecem? Como pode alguém
chegar a  esse ponto?  Um pobre  ser  insignificante que
talvez tenha esquecido até o próprio  nome. E isso é um
é um deputado. Só mesmo no Maranhão.


José João

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Agora chega





Estive lendo alguns "professores" criticando, até de maneira
dura,  as  ações do MRP. Isto  me  fez pensar sobre alguns 
acontecimentos recentes, o que me fez grifar a palavra pro-
fessor. Porquê?  POR QUE NÃO ACREDITO QUE UM 
PROFESSOR,  FORMADOR  DE  OPINIÃO,  POSSA 
CRITICAR ESSE MOVIMENTO, VENDO AS AÇÕES
NEFASTAS DA DIRETORIA DO SINPROESEMA.
Agora chega, mas chega mesmo de estar sob a regência de
uma diretoria visivelmente  má intencionada com os profes- 
sores,  uma  diretoria composta, se não ofendesse tanto os
roedores, diria de ratos, me recuso a acreditar que existam
professores criticando o  MRP. Por  acaso aqueles que fa-
zem  esse  movimento  participaram das  negociações ditas
acontecidas  com  o governo do estado?  Os componentes
desse movimento foram ouvidos  para darem,  pelo menos,
um opinião sobre qualquer ação do sindicato? Na verdade
o MRP foi, e é ainda, a única voz de alerta  para os profes-
sores contra essa máfia sinistra que comanda nosso sindica-
to. Tenho  minhas dúvidas  se essas críticas partem mesmo 
de  professores, mas  caso  isto  seja verdade, desculpem, 
vou ter que  compara-los com  quem  nunca, por incapaci-
dade,  prestou concurso  público para exercer a função de  
professor. júlio guterres se eu  estiver enganado, desculpe,
mas venha a público dar o número de sua matrícula, ou   o
nome do colégio em que você presta seus serviços. Ah! O
nome "próprio" escrito com letra minúscula é que costumo
assim evidenciar o valor de quem cito.


José João



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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Minhas desculpas públicas à CPB (por favor leiam)




  Recebi uma correspondência criticando alguns dos meus
textos que comparam os membros dessa  confraria com al-
guns homens vestidos de paletó e gravata com o brasão do
estado preso na lapela. A essa confraria, minhas sinceras  e
humildes  desculpas.  A comparação deu-se   apenas   pelo
uso da coleira, comum aos dois grupos, e nunca pela forma
ção ética e moral,  jamais  os ofenderia,  pois sei que vocês
da CPB são de uma fidelidade única, enquanto que aqueles
são apenas aqueles. À CPB (Confraria dos Pincher do Bra-
sil) minhas  reinteradas desculpas.


José João

E o Maranhão? Está nas últimas

           

  Mais uma vez nosso estado é presenteado com mais uma
vergonha nacional,  nós maranhenses  temos O MENOR RENDI-
DIMENTO MENSAL DO PAÍS. Isso, naturalmente devido à ho-
nestidade dos nossos gestores, disse honestidade? Desculpem. Em
qualquer  um dos estados brasileiros, hoje, você pensa duas  vezes
antes de dizer que é maranhense,  anteriormente o  preconceito era
por sermos nordestinos, agora é por sermos da Terra de Sarney, é
impressionante como isso nos marca "lá fora".
              Somos, como maranhenses,  motivo de chacotas. Revolta,
mas  o  que   fazer?  Na  verdade, somos nós os culpados de nossa
própria desgraça. Somos passivos, omissos, ignorantes politicamen-
te, somos estupidamente vaidosos, sem termos do que nos envaide-
cer. Muitos não vão gostar de ouvir isso mas o problema não é meu
o problema é de quem é cego.
             Vejam bem como está o Maranhão. É o estado mais pobre
do Brasil, com 6,7%  da população - 438 mil pessoas - vivendo em
extrema   pobreza. São Paulo e  Rio de Janeiro  juntos  o número de
habitantes vivendo em extrema pobreza é de 335,2 mil, um absurdo,
mas absurdo maior é quando se vê o valor do FPE (Fundo de Parti-
cipação dos Estados) Maranhão: 3.521 bilhões de reais/ano. Rio de
Janeiro  638,8 milhões de reais/ano  e São Paulo:  418,2 milhões de
reais/ano. Nossos  pequenos pincher não vêm isso, mas inteligentes,
que são, votam a aposentadoria aos 75 anos por não  saberem  que
os  maranhenses  têm  uma  das  menores  expectativas de  vida  do
Brasil. Aí eu pergundo: Isso é puxa-saquismo ou burrice mesmo?


José João










quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Bigode não é cabeça.

       

  Sempre quis denominar alguma coisa de acéfalo, mas como?
Tudo tem cabeça ou tem um chefe, aliás era o que pensava, até que
me disseram: A mula sem cabeça.  Bem, a mula sem  cabeça é uma
 história   mitológica,  não  me bastava.  Queria  o  palpável e sendo
assim  jamais  havia  conseguido. Pensei  em  alguns  homens... mas
acéfalo!  Para um homem?  Não,  não caía  bem, embora muitos se
pense ser por fazer da cabeça uma mera terminação do corpo,  ou-
tras  vezes por  ser apenas um objeto  de adorno,  nossos políticos,
são um clássico exemplo. Então deixei  valer a suposição, supõe-se
que todos os homens têm cabeça, então me veio aquele adágio po-
pular: Cada  roca com  seu furo, cada cabeça  com seu uso, aí con-
cluí: Um homem só não pode caracterizar o acéfalo. Frustração por
mais uma vez não encontrar um exemplo, mas desistir? Nunca, lon-
ge disso. Foi  quando a sorte sorriu  finalmente.  Alguns homens, a-
cho que eram homens sim,  estavam vestidos de paletó e gravata  e
usavam  um escudo na  lapela, discutiam  acirradamente quem tinha
mais cabelos brancos, menos os carecas que não entendiam aquela
discussão e um outro de vasto bigode parecendo muito preocupado
tentando  acalmar  o ânimos. Foi  então que percebi: Realmente um
homem só não pode ser acéfalo, pois acéfalo é uma sociedade for-
mada por um grupo de homens carecas, cabeludos, gordos ou ma-
gros, altos ou baixos, geralmente bem vestidos, ouvindo a experiên-
cia de um Bigode desesperado. Isso me  fez pensar nos grupos so-
ciais alguns, grupos políticos, e me ficou uma dúvida: Será que aqui
no Maranhão, atualmente, tem algum grupo acéfalo? Isto a se consi-
derar que BIGODE NÃO É CABEÇA.


José João

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Falando de escola

       

  Como é fácil falar de violência nas escolas, os grandes
canais de televisão mostram em detalhes, brigas de  meninos,
meninas, mães, alunos agredindo professores, mas, nas esco-
las só há esse tipo de violência? Claro que não,. mas com es-
se  tipo de  violência  é fácil buscar  um  culpado. Adivinhem.
É isso mesmo estão vendo como é fácil?
            Vou falar de outro tipo dessa peste que assola as es-
colas, principalmente, as públicas. É a violência com ela mes-
ma, ou melhor o assassinato das escolas nesse estado.  A es-
cola,  há  muito, vem  sofrendo  um  processo de degradação
deplorável  e  ninguém  diz  nada. Os políticos, de  pequenos
pincher a grandes pit bulls calam-se, ou de  forma descarada
e demagoga, alguns ainda se dizem  defensores da  educação.
É deplorável a situação de algumas escolas  nesse estado, de
uma violência impar, pasmem, mas aqui na capital tem escola
com  quase  trezentos  alunos por turno e nos  banheiros tem
os sanitários mas não tem caixa de descarga, e nem torneiras
para o aluno lavar  as  mãos após o uso, como vamos educa-
los? Não tem banheiro para os professores, salas quase escu-
ras,  faltam  lâmpadas, e um dos fatos que me deixa  perplexo
é a atuação dos pais. Contra   professores sabem  da existen-
cia dessa promotoria de educação, mas  contra essa violência
calam-se. Mais um vez a pergunta: Sr promotor da educação,
se o Sr existe realmente, acho que já lhe vi, será? Mas com o
Sr , Doutor... a palavra. Por favor pelo menos dessa vez faça-
se membro ativo e efetivo na defesa da educação nesse estado
o governo já é bem forte, não precisa ser blindado.


José João




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sábado, 12 de novembro de 2011

Pondo os pingos no issss

   

  Vamos falar de sindicato, desse tal de sinproesema. Falar da
diretoria desse sindicato me dá ânsia de vomito, mas o que fazer?
Já pensou se no mundo não existissem  os ratos?  É  isso,  temos
que, infelizmente, falar também do  que não presta,  e a  diretoria
desse sindicato,  nesse contexto, é oconcur, e não poderia deixar
de ser, afinal seus componentes são  filiados de  um partidinho de
meia tigela que até há bem pouco tempo vivia  na clandestinidade,
depois foi promovido a um partidinho de aluguel, agora, bem ago-
ra sabemos bem quem é o PT, para dar vida a esse tal de PCdoB.
E o que aconteceu? A imprensa está aí dizendo, falando das falca-
truas, é dinheiro em caixas de  papelão,  são as ongs e deve haver
ainda mais maracutaias.
        Nesse partido, as fórmulas mágicas se fizeram  tão presentes,
que de  repente estava cheio de  deputados. Como  um  partidinho
pobre como o PCdoB se tornou tão forte para eleger tantos depu-
tados? Quem sabe? É nesse contexto, no minimo intrigante, que se
abriga a diretoria do  Simproesema, ou se esconde,  não sei.  Essa
diretoria paga quatro ou cinco programas semanais em um emisso-
ra de rádio para falar mentiras  sobre  politicas  educacionais desse
Estado e o que é pior, por direito,  direito !!!!! Não precisa prestar
conta dos seus gastos, mas se tivessem um minimo de ética, por si
só, fariam isso, mas ética para aquelas sangue-sugas?! Na próxima
eleição vejamos  quantos  deles serão candidatos a cargos eletivos,
aliás, como sempre fazem.
          Extremamente perigosos, como são todos os corruptos, por
falar em perigosos, vou logo me identificar mais uma vez para que a
culpa do que  escrevo não recaia  sobre o Antonisio,  pois  este não
é apenas uma pedra no sapato daqueles, é uma montanha. Meu no-
é José João da Cruz Filho, faço isso por que processaram o Antoni-
sio como responsável por textos  vinculados nesse site,  mentes  ma-
queavelicas bem que poderiam...ao pobre não restou nem  o benefi-
cio da dúvida, essa dúvida que todos têm, mas deixa pra lá.
           Assim queridos amigos e professores já é tempo de  fazer os
ratos abandonarem o navio, um navio com um tesouro bem conside-
rável, não acham? Quanto será que eles arrecadam por ano?


José João
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