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sábado, 19 de outubro de 2013

Vândalos são esses aí


Vandalismo, é o que mais se ouve hoje em dia. As emissoras de televisão "sempre independentes" abusam desse termo. A notícia que mais se ouve atualmente é: Vândalos queimaram ônibus. Vândalos queimaram pneus para interditar rua, etc. etc. Mas o que, realmente, é vandalismo? Vandalismo, em uma contextualização mais simples é: Destruição de bens culturais como monumentos, pituras, LIVROS e os bens públicos. Gostaria que nossos jornalistas, sempre no exercício do seu dever moral de informar, o fizessem sem medo, possibilitando ao povo um conhecimento mais amplo do que, agora, é o Brasil.
Um país que queima livros, onde deputados federais rasgam exemplares da Constituiçao Federal, onde esses marginais depenam o cofres públicos,  em um país assim, quem são os vândalos? São aqueles cretinos que assassinam a cultura, que matam a possibilidade de crescimento social do povo destruindo livros. São prefeitos ladrões, destituídos de moral, de caráter, acompanhados de uma "renca" de vereadores do mesmo naipe que "se dão bem" com a miséria de um povo miserável.
Prefeitura de Alumínio, Sorocaba - SP: Grande quantidade de livros didáticos, ainda sem uso, foi incinerada em prédio da prefeitura. Em Ponta Grossa - PR. foram incinerados 20.000 livros técnicos, de literatura e enciclopédias.  No Maranhão, o segundo estado mais miserável do país, onde tem os piores lugares do mundo para se viver, em Itapecuru Mirim foram queimados mais de 10.000 exemplares de livros didáticos publicados entre 2.011 e 2.013, pasmem, 2.013. Barueri em São Paulo, mais de 8 toneladas (oito toneladas) de cadernos não usados foram atirados ao lixo.Isso é uma pequena parte apenas. 
Grito, esbravejo, me sufoca, insulto esses sem vergonhas que depois de tudo isso vêm dizer que lutam pela educação nesse país. Esse bando de...de...(isso mesmo que pensaram, desculpem) deveriam estar presos por, isso sim, VANDALISMO, mas quem faz alguma coisa? Quem, nessa imprensa viciada, diz alguma coisa? E as "autoridades" o que fazem? Abrem um inquérito para "determinar as responsabilidades" e depois metem os mesmos na gaveta, pronto, morreu o assunto, e tudo continua como se nada tivesse acontecido.
VÂNDALOS são esses merdas, essas raposas que queimam livros, que roubam a merenda de crianças pobres, coitadas, quantas delas vão para escola exatamente pela merenda! VÂNDALOS são essas hienas que vão dar o golpe nos professores, diminuindo em 2.014 o piso dessa categoria. Enquanto isso, além do roubo descarado, determinam seus próprios salários e se fazem um dos parlamentos mais caro do mundo.Isso é que é VANDALISMO. ESSES É QUE SÃO OS VÂNDALOS.


José João
18/10/2.013 

sábado, 12 de outubro de 2013

Para o futebol não tem Nobel! E agora?

O futuro do Brasil são as crianças. Desde criança ouço dizerem isso, mas agora me assusta esta afirmação, nesse atual contexto, considero-o um chavão e nada mais que isso. É assustador o que ora acontece no Brasil. A instituição família, faliu, as crianças são órfãs de pais vivos, o Estado finge preocupar-se com elas e tudo fica a mercê de uma sociedade falida de valores éticos e morais. Culpa-se o mundo capitalista por tantos desmandos sociais, não deixa de ser uma verdade, mas em parte, todos temos nossa possibilidade de escolha, mas o que escolhemos para nossos filhos? E o que o Estado escolhe par nossas crianças?
No meu texto da semana passada o título foi: Corre Brasil, lá vem a Indonésia. Isso porque ela está em nosso calcanhar em termos de educação, e o que está sendo feito para mudar isso? NADA. Nas nossas escolas os professores são uma "espécime em extinção". Grande parte das faculdades nesse país pode-se chamar de lixo.O ENEM, da maneira como é feito, é um parto a fórceps , e o Pro Uni, um aborto.
Os meios que levariam os brasileiros pobres ao crescimento social estão mortos. Sobra o que, então? Sobram o sonhos. Empresas de modelo, com um mercado cheio de picaretas brincando com o desespero ou com a vaidade de muitos. Quando disse da possibilidade de escolha pra o crescimento, foi por lembrar de  uma mãe que, na televisão, disse orgulhosamente gastar R$ 1.000,00 por mês com sua filha de seis anos, apenas com cosméticos e salão de beleza, isto para acostuma-la. Quem sabe um dia ela seja uma modelo famosa? Conclui a mãe. Outras, e sinceramente não tenho pena, se lamentam por terem levado calote de empresas do ramo e dizem que não sabem como vão pagar o empréstimo que fizeram para pagar o tal book, quer dizer já contavam com o dinheiro que receberia a filha modelo, Sonhos das mães ou das crianças? E a desculpa: "Se minha filha quer não vou decepciona-la. Eu nem queria...rsrsrs de ironia.
Os meninos, para esses os pais se matam para coloca-los em uma escolinha de futebol, fazem promessas, buscam milagres, muitos acabam também nas mãos de picaretas que se dizem empresários. Esse glamour dos ronaldos, dos neymares (uma absoluta minoria) embriaga os pobres coitados que vêem seus sonhos caídos por aí, e eles praticamente analfabetos, sem escolas, mas... serão o futuro do Brasil.
Modelos, jogadores de futebol, dos milhares, sai  uma ou um. O que vemos é proliferação de escolas para modelos, escolinhas de futebol. Nesse contexto quando será que o Brasil poderia sonhar com um Prêmio Nobel? Será que isso um dia pode acontecer ou é um sonhos impossível desse decepcionado brasileiro?


José João
12/10/2.013




sábado, 5 de outubro de 2013

Corre Brasil, lá vem a Indonésia

 Todos sabem que o professor é um dos agentes fundamentais no desenvolvimento social do homem. Todos? Não. Nem todos, ou fazem que não sabem, como os crápulas que se dizem políticos e fazem de tudo para excluir os profissionais da educação de qualquer desenvolvimento profissional e principalmente financeiro. Sabemos também que nos países onde os professores são valorizados o desenvolvimento se faz evidente, afinal de contas,. a soberania de um país acontece com um povo politizado.
Aqui no Brasil, coitados dos professores, desrespeitados, marginalizados, humilhados por políticos sem vergonha, apanhando de uma polícia despreparada que serve como cão de guarda de governadores e prefeitos, esses mesmos marginais cheios de falcatruas acobertados por caciques políticos. Deve haver alguma nojeira fedorenta para que governos tenham tanto interesse em acabar com essa categoria. A Globo (filha bastarda da ditadura) em todos os seus segmentos dá um "jeitinho de botar fogo na fogueira" e por que? Por interesses para lá de escusos, Quanto esta empresa não já faturou assassinando com suas porcarias as escola pública?
A polícia, que deveria defender o cidadão, é a primeira que ataca covardemente a estes, se fazem senhores absolutos, usam suas fardas como um covarde símbolo de força e delas se servem para suas ações covardes como são covardes os que lhes mandam. Nunca a educação nesse país esteve tão avacalhada como está agora, professores tratados como marginais da pior espécie. Observem, nas rebeliões dos presídios, como agem os policiais. Vocês veem o uso de bala de borracha? De gás? Mas nas manifestações dos professores é só o que acontece. Todos viram o comportamento daquele policial forjando provas contra um estudante (o rojão). Vejam onde chegou o comportamento de nosso confiáveis policiais!
Voltando à educação, "ocupamos o honroso lugar"  de estamos na frente da Indonésia. E dos nossos colegas da América do Sul como Chile, Colômbia e Argentina estamos "comendo poeira". Para que se tenha uma ideia, dentre o cinco piores: Indonésia, Colômbia, México, Tailândia e Brasil, estamos na frente apenas da Indonésia. Aí vem um expert e diz:: "Se por um lado é ruim, por outro mostra que estamos fazendo nosso dever de casa na gestão educacional" e ainda completa: "Tem um dado positivo, ter aparecido no Ranking. Aí a vergonha, nem tanto de ter nascido no Brasil, mas de ser conterrâneo de quem pensa assim. Sendo assim coitados dos professores e...dos alunos também

José João
05/10/2.013

sábado, 28 de setembro de 2013

Sou AFRO sim... e daí?

 É bem provável que um dia tenha sido escravo, mais um negro que de sua terra só tinha a imagem desbotada do por-do-sol, do sorriso do filho que deixou e da mulher em lágrimas, fugindo para o mato como animal arredio a tremer-se de medo. É bem provável que um dia tenha sido escravo, daqueles que mal viviam os trinta anos, e que hoje dizem, seriam a imagem personificada da preguiça. Talvez tenha sido aquele negro do pelourinho com a costa sangrada pelo chicote, pernas flácidas pela falta de força, carregado para senzala pelos irmãos e banhado com com água de sal, que fazia até a alma gritar, mal dizer a vida, gritar blasfêmias e até duvidar da existência de um Deus.
Talvez tenha sido aquele negro trazido a ferros num navio fétido, onde os dejetos, de nós também humanos, se misturavam com suor e lágrimas, com dor e revolta, com saudade e medo. Pulsos e tornozelos em carne viva, feridas causadas pelos ferros que faziam doer e a carne apodrecer-se e, se gemido houvesse, o estalar do chicote fazia coro com o ranger das tábuas da nau que pareciam chorar em silenciosos soluços recusando-se a fazer-se dor. Ainda assim, talvez tenha sido um sobrevivente, que não foi, ainda na agonia da morte, atirado ao mar. 
Quem sabe fui um daqueles negros que, ainda criança no navio negreiro, sugava avidamente o seio da mãe quase morta, um peito flácido, seco, sem forma, onde o sangue e o pus das cruéis feridas que lhes tiravam lentamente a vida e eu sugava como se leite fosse? Sobrevivi. Talvez tenha sido irmão, pai ou até mesmo filho daquela negra que aos gritos, era estuprada por aqueles miseráveis que depois de saciados, e ela sangrando,  a atiraram ao mar, viva, para  que o sangue não escorresse e o lastro ficasse fétido. 
Quem sabe foi meu sangue a pintar de vermelho o chicote do capataz? Quem sabe fui aquele negro que em silêncio chorava a dor da saudade de uma terra distante onde o sol era mais quente, onde a palavra era diferente mas com ela se dizia: Te amo. Agora só recordações, lamentos, lágrimas, dor, vergonha e a certeza triste de nunca mais voltar.
Hoje sou eu, agora, aqui, ainda negro, mas dito afro descendente. Hoje tenho o direito de falar, gritar, buscar meus sonhos, mas ainda sou aquele que dizem, "sem preconceito": Um negro de alma branca. Ainda sou aquele de quem riem quando falo meus direitos, sou aquele se afastam quando estou no elevador, sou aquele que nas filas me olham com medo e fazem de suas bolsas apêndice de seus corpos. Sou aquele que para os "cargos mais importantes não tem qualificação", e entre funções iguais tem o menor salário. Hoje sou aquele que ouve, quando dizem com demagogia, que neste país não tem racismo, mas também sou aquele que orgulhosamente sabe que foi o sangue de seus ancestrais que regou esta terra, que foram aqueles braços, mãos grossas e cheias de calos que cavou o chão para o plantio. Hoje, sou aquele que sabe quanto foram cruéis aqueles que escreveram uma história tão mentirosa. Agora me dizem afro brasileiro, talvez até eu seja vaidosamente mais AFRO. Alguém quer dizer alguma coisa?


José João
27/09/2.013



Estão brincando de casinha com o Brasil

Vamos falar do Brasil. Vítima agonizante, assassinado pelos tantos genocidas que manipulam a política desse pobre e rico moribundo. Parece ortodoxo, mas somos um país pobre de homens honrados e de caráter. Pensar que nesse país, um fio de bigode era um objeto de penhor...ah! Bons tempos. Hoje os políticos honrados estão sendo procurados pelas polícias internacionais, outros estão em presídios mas os "grandes caciques" continuam manipulando a seu bel prazer os destinos da Nação como se não houvesse povo e o Brasil fosse propriedade deles. Não respeitam leis, não respeitam a população, estou indignado. O Brasil virou o quintal de vagabundos que decidem o que querem fazer sem o mínimo respeito.
Os dois Estados mais pobres, miseráveis, essa é a verdade, aqueles ainda ninhos de abutres, capitânia dos últimos coronéis, seus donos se juntam para fazerem conchavos, que certamente deixariam o Brasil como são seus míseros estados. Com um indecente, mafioso e desrespeitoso pré-contrato, os senhores, senhores!!!! Renan Calheiros (PMDB-AL), o cacique do partido deste, Michel Temer e o jurássico e imortal Sarney alinhavaram esse pré-contrato  para içarem a D. Roseana Sarney à condição de Presidenta do Senado em 2.015. Vejam como é o Maranhão, isto quer dizer que a vitória dessa senhora para o Senado já são favas contadas. 
Minha indignação é grande, como ousam pensar um contexto político tão indecente? Não acredito que o povo brasileiro se cale ante tão nefasto acontecer. Aqui no Maranhão, não temos desde há muito, uma nova liderança política confiável, o Flávio Dino é PCdoB ( entendem o que digo) então ficamos sujeitos ao nada, isto quer dizer que não temos, nem esperança, de logo sermos um Estado, mas o povo brasileiro não pode permitir tão esdrúxulos e mortais contratos aconteçam. 
Estou pasmo com tanta ousadia e falta de vergonha, mais ainda vou ficar se isso se tornar verdade. NÃO POSSO ACREDITAR nem no que estou ouvindo, imagine na efetivação desse descalabro social e político.
Onde chegou o Brasil!! Os coronéis dos ESTADOS MAIS MISERÁVEIS DESSE PAÍS, em conchavos para comandar, do parlamento magno de uma Nação, os destinos legislativos desse país. Não acredito que o povo brasileiro permita isso, mas como no Brasil tudo é possível e se isto se efetivar, sinceramente não saberia mais como definir  a vida política, nem social e nem moral dessa Nação. Por favor, não deixem que isso aconteça. Vou fazer minha parte. As eleições vão chegar, tomara que os maranhenses despertem. Tomara. O Maranhão tem um santo padroeiro. Que socorra o Brasil...e que tenha piedade de nós.


José João
28/09/2.013






sábado, 21 de setembro de 2013

Professor...profissão de risco

Educação. Já nem gosto mais de ler sobre isso, principalmente quando são falas de políticos ou de alguns tecnocratas puxa-sacos, inconsequentes e incompetentes, içados ao cargo por apadrinhamento, coisa tão corriqueira no Brasil,  infelizmente isso já é parte de nosso cultura. Cultura!! Pior é que em qualquer um dos discursos os culpados pela desgraça, pelo latrocínio da educação, é sempre o professor. Até me pergunto porque políticos, incluindo o executivo e os tecnocratas têm tanta raiva dos professores? É impressionante o que fazem com a classe, está bem que tivemos e temos gestores quase analfabetos, mas daí a essa raiva tem que haver alguma distância.
Os políticos dos legislativos, quase sempre marginais, são umas pragas para falar mal  dos professores, mas "se servem" da educação no discurso de campanha, são umas pestes. Congressistas levam para um discurso de  "alto nível" os recursos para essa área, CAFAJESTES, MENTIROSOS. No Congresso estão tentando é alterar a lei do piso no que concerne o reajuste anual da categoria. Isto porque os prefeitos acham que vão "quebrar" as prefeituras, e o que é pior, mais uma vez os professores vão "entrar pelo cano" e sabem porque? Por que assim, com a redução do reajuste, as prefeituras  não "quebram" e ainda vai sobrar mais dinheiro para as falcatruas. Recente pesquisa do CGU,  em um universo mínimo pesquisado, apenas 180 municípios, 73,7 % fizeram um "uso indevido" dos recursos do Fundeb, desse "uso indevido" alguns ROUBARAM mesmo, na maior cara de pau e será o mesmo índice se pesquisarem o todo.
Quanto aos famosos tecnocratas da educação, esses, feitos como se faziam telhas, dizem cada aberração que fica impossível entender como eles entendem o que é educação, o que é escola e muito menos o que um professor(a). Insistem em chamar o professor de educador. Nesse fatídico contexto em que está a escola atualmente como ser um educador?. Um desses "super expert" chegou até a dizer que a responsabilidade de educar é da escola e não da família. Me recuso a acreditar que um asno desse se diga técnico em educação. O primeiro núcleo de formação social do individuo, pra mim, é a família. A escola vai substituir a família? Então a família se torna um simples provedor de bens materiais? Se for.
Estudantes de quinze anos estão assassinando colegas de sala, estão agredindo professores, estes se tornaram órfãos do Estado, estressados, depressivos e se procuram recursos públicos para o tratamento, adivinhem, a primeira consulta pode demorar até 3 meses, aí o professor já ficou louco. Professores são ameaçados por traficantes quando insistem em orientar algum aluno, são ameaçados por pais traficantes se o aluno tirou uma nota baixa. Escolas sem professores (na que ensino estão faltando 06) e ninguém diz nada. E esses CRETINOS políticos, com alguns IMBECIS tecnocratas, veem dizer que se preocupam com educação. Minha condição de professor não me permite dizer claramente para onde gostaria de manda-los.


 José João21/09/2.013

sábado, 14 de setembro de 2013

Um Brasil entregue aos ratos

Anderson Brito, lembram? Aquele mesmo marginal demitido na gestão do Brizola Neto, corrupto de carteirinha, foi, e não se "sabe por quais razões", readmitido, mesmo havendo uma Controladoria-Geral da União, uma Polícia Federal e uma ABIN para informar aos dementes do poder que esse cara já havia sido demitido por altas falcatruas. Agora mais uma vez (e sem surpresas) o dito cujo "desviou" a bagatela de apenas quatrocentos milhões de reais. Será que ele sozinho desviou toda essa dinheirama ou, na verdade, há uma gangue instalada no Ministério do Trabalho? Bem, em se tratando de PT tudo é possível. Alguns envolvidos nesse novo episódio de canalhice, roubalheira e sem-vergonhice já eram fichas imundas desde 2.008, já haviam sido investigados pela PF quando da operação Sanguessuga.
Outros tês ministérios estão sob suspeita, o de Desenvolvimento Agrário, da Cultura e de Turismo, sendo que este é gerido por um maranhense indicado por...duvido que acertem. Se o "diz-me com quem andas que te direi quem és" for verdadeiro, dispensa comentários. Os quatro ministérios citados estariam firmando convênios irregulares com o Instituto Mundial de Desenvolvimento e Cidadania - IMDC - que a partir de agora poderia ser definido como: Indecentes Marginais Depenando Cidadãos, o que é óbvio, faria mais jus, ficaria tudo nos seus devidos lugares.
Os brasileiros nem se surpreendem mais, o roubo dos colarinhos brancos se banalizou tanto que, infelizmente, passou a ser quase um ato corriqueiro, banal, que não abala mais a população. Isso é triste, a banalização do crime organizado, onde o poder é dado aos crápulas, cretinos, sem-vergonhas, mentirosos e a presidência do país a uma coitada, perdida entre as raposas e se sufocando pela sua própria incompetência e ignorância e ainda diz: "Nunca houve tanta intervenção da PF como em nosso governo" . É de dar pena um comentário desse. A quem a presidentA quer enganar? É evidente que não. Nos outros governos tinham ladrões sim, mas não tantos, nem tão descarados e nem com tanta "fome". Hoje eles têm cara e nome os senhores. Dr. Rattus Tropicalabas, Dr. Rattus Rattus, Dr.Rattus Norvergicus, dentre outros não menos famosos e tão Ratos quanto (se os ratos soubessem ler o que seria de mim!)


José João
14/09/2.013


sábado, 7 de setembro de 2013

Um vergonhoso sete de setembro

Não faz tanto tempo e o sete de setembro era um SETE DE SETEMBRO. As forças armadas desfilavam soberanas, imbuídas do dever patriótico, numa demonstração cívica de cidadania. As escolas se enfeitavam com a bandeira brasileira. Estudantes galhardamente usavam seus uniformes, ditos uniformes de gala. Muitas escolas tinham suas próprias bandas, cornetas, tarol, etc. Era digno de ser visto. A pose dos estudantes passando pela tribuna e saudando as autoridades constituídas. O povo se preparava passa assistir o "desfile", era uma verdadeira festa, um verdadeiro ato cívico. Bons tempos, boas recordações e muitas saudades. Tempos que, com certeza, nunca mais voltarão.
"O desfile continua, mas não tem mais público". Que notícia!! Que vergonha para o Brasil! Isso mostra a morte do amor pela pátria, a falta do patriotismo, a falta de soberania de um país que até a Presidenta tem os telefones com escutas, e o que é pior, fica indignada, grita, esbraveja e no fim, um demagogo pedido de desculpas e tudo volta a ser como era antes, apesar do Brasil ser o sonho de consumo de tantas outras potências que abrem os braços gritando: Vem Brasil. Mas isso é outra história, entretanto vale para se saber quem somos, o que temos, e o que acham de nós.
Vamos nos ater ao hoje,  ao nosso sete de setembro, onde as manifestações se fizeram fortes. Estudantes se recusaram a "desfilar", teve estado onde policiais também se recusaram. Bandeiras brasileiras atiradas no chão, queimadas, e perguntam:  Porquê tudo isso está acontecendo? Quem são esses vândalos? O que esses "marginais" querem? Até os meios de comunicação, demagogicamente perguntam e já prejulgam os manifestantes, sem citar os mais macabros casos de vandalismo nacional. Quem, todos os dias, rasga a Carta Magna do país? Quem, todos os dias, rasga a bandeira brasileira? Quem desrespeita o povo com tanto cinismo que enoja qualquer brasileiro?
Nosso sete de setembro deixou de existir  porque os brasileiros acham que como está não se pode dizer que estamos num país. Este não é o Brasil que um dia vimos. No Brasil que os brasileiros querem e amariam como Brasil, não teria moleques brincando com guardanapo amarrado na cabeça fazendo palhaçada em um outro país, e agora se diz injustiçado pelos manifestantes. No Brasil que os brasileiros querem não haveria político procurado pela Interpol, "um ilustre" brasileiro a serviço da nação e da defesa do povo. Não haveria filho de deputado, acusado de desviar milhões de cofres públicos, também procurado pela policia internacional e aqui, vergonhosamente, livre. No Brasil que queremos, como patriotas, desfilar orgulhosamente no sete de setembro, não haveria médico condenado a 278 anos de prisão por prática de abuso sexual e a "permissão de uma fuga escandalosa" para a liberdade. Não haveria deputado condenado e preso sem a perda de mandato. É relativamente fácil acabar com essas manifestações, basta que as suas causas sejam expurgadas, expulsar do contexto político esses cretinos que se fazem de inocentes e cinicamente dizem: Não sabemos o porque desses "vândalos"...


sábado, 31 de agosto de 2013

Ratan (desculpem) Natan. Natan Donadon

Sempre soubemos que aqui no Brasil, todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado. A Constituição brasileira de 1.988 em seu artigo 5º inciso LVII   "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença condenatória". Depois de tudo isso o individuo é considerado culpado e sujeito a pena em acordo com seu delito. Outro fator de relevante importância para esse contexto, é quando a sentença é dada pelo orgão máximo do judiciário brasileiro, a maior  instância, isto é, o STF. Presume-se que este tribunal é composto pelos maiores conhecedores da Constituição do Brasil.
Alguns mafiosos que compõem  o Congresso Nacional recusam-se a cassar o mandato do deputado Natan Donadon, um de seus membros. Bandido, já condenado pelo STF por crimes de peculato e formação de quadrilha a 13 anos de prisão. Foram 233 votos a favor da cassação (seriam necessários 257), 131 votaram pela manutenção do marginal no poder e 41 se abstiveram de votar. Em votação secreta os supostos comparsas do condenado se sentiram a vontade para mante-lo no Congresso, mesmo sendo "hospede" da penitenciária da PAPUDA. Na verdade, na situação calamitosa em que se encontra a vida politica nacional, não é surpresa essa atitude dos parasitas do povo brasileiro, essas perniciosas ascaris lumbricoides sociais, mostrando descaradamente que, se não há mais honra em nosso país, há um código de conduta entre bandidos, sejam quais forem os bandidos.
Com todos esses vergonhosos eventos "políticos" e, o que é pior,  "abençoados" pela Constituição, chega-se a um questionamento: Será que essas peculiaridades foram  postas, pelos constituintes, propositalmente?
Será que já foi uma prematura autodefesa, não querendo dar para a justiça a prerrogativa de retirar o mandato de um deputado, ou qualquer outro apelido que se queira dar a um marginal? De qualquer maneira fica evidenciado, nesse fato, em que mãos estão entregues os destinos de um povo que passa mais de quatro meses do ano doando seus salários para salafrários desse naipe. 
Estão chegando as eleições de 2.014, se queremos fazer manifestações para expulsar esses crápulas, esses cretinos, esses marginais, não pode haver situação melhor. Chega de defecarem em nossas caras. CHEGA, CHEGA ...CHEGA...  (fica à vontade do leitor a complementação)


José João
31/08/2.013

sábado, 24 de agosto de 2013

Como era nossa escola e como está agora

Vamos falar de nossas escolas e ao que se deram agora, mas antes, vamos fazer algumas considerações sobre "aquela escola antiga", como hoje, os técnicos em educação se reportam, e ainda dizem que "aquela escola" traumatizava as crianças (minha geração). Eu, vindo de lá, acho isso ridículo. Começando pelo fato de que, até hoje, acho bonito uma criança pedir benção. Quem "naquela época" não pedia benção a professora? Quem não sabia cantar o Hino Nacional e o Hino da Bandeira? "Aquela" postura antiga dos estudantes da época (não porque tenha sido a minha mas admiro). As fardas, essas eram de cidadãos, não é ao que a escola se destina? Formar cidadãos e cidadãs? Minha farda, que vestia orgulhosamente, era uma calça azul marinho, uma camisa branca manga longa e gravata. Admirados? Gravata,sim, da cor da calça, aos onze anos, vaidosamente já sabia dar nó na gravata. Sapato vulcabrás (preto de cadarço) que eu mesmo engraxava (meu pai me ensinou). A diretora ficava na porta da escola, um nó de gravata frouxo e ela dizia: Ajeita o nó da gravata, fica parecendo esses VAGABUNDOS que  andam por aí. Sapatos bem engraxados ou ela perguntava: Não tem VERGONHA de vir para escola com um sapato assim? Na minha geração não conheço ninguém frustrado ou alienado por colocações assim, ao contrário servia como estímulo para mostramos nosso poder de transformação.
Nessa escola de hoje, digas-se de passagem, porcaria de escola, sem disciplina, sem respeito aos professores, mas os técnicos dizem que é uma escola que efetiva a formação da criança, não sei como, mas dizem. Uma escola onde o professor é, hierarquicamente, o menor ator, apenas para cumprir ordens de incompetentes e dos próprios alunos. Hoje um professor reclama que o estudante não fez o dever, se ele (o estudante) "tiver educação" manda apenas o professor ir tomar no c* ou ir se f***, se for mal educado lá vai o professor entrar na porrada mesmo. E refute um aluno desse, se ele disser vá tomar no c* é melhor ir calado por que se você disser: Vai você. Coitado, vai responder a tanta coisa que nem imagina.
A escola de hoje, onde estudantes fumam maconha nos banheiros, onde entram armados e matam "os colegas",essa escola cheia de marginais, vagabundos, "essas crianças" que tantos defendem, deram uma outra  utilidade a ela, o respaldo à suas ações  criminosas, quando presos dizem logo: Senhor eu até estudo,
como se a escola lhes desse uma certa imunidade. Agora também a escola é um tipo de  Ong, faz doações financeiras, como essas tantas bolsas indecentes, imorais, uma campanha politica cretina e vitalícia. 
Coitados dos professores (as), com um salário de miséria, com gestores mentindo descaradamente sobre benefícios que prometem e desavergonhadamente não pagam, onde os pais fazem deles(as) verdadeiros (as) babás, inclusive com agressões físicas e morais. É isso aí a nossa escola cheia de tudo isso, mas se um professor tiver a "ousadia" e disser a menor verdade que seja, para um aluno, até o sistema (pra mim constituído, pelo minimo, de incompetentes) massacra o professor sem piedade. E assim, como fazem os "alunos educados", o sistema também nos manda tomar no c*. Isso é a escola de agora.



José João
22/08/2.013

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